quarta-feira, 12 de março de 2008

Visita ao Laboratório Aberto no IPATIMUP

Introdução: nesta actividade, realizada no dia 27 de Fevereiro, teve como objectivo principal mostrar à turma e sensibiliza-la para o papel e importância das biotecnologias, mostrando que pode ser muito interessante e de imensas utilidades. Esta activadas foi realizada também no âmbito da disciplina de biologia pois esta matéria enquadra-se no nosso programa.

Metodologia: estabelecemos contacto, pedimos informações sobre local, datas disponíveis, actividades e outros assuntos relacionados. Depois de termos falado com o professor Joaquim, com o professor Salsa e com o professor António Cunha marcamos a data da visita e as actividades que queríamos efectuar. O dia da visita ficou para dia 27 de Fevereiro de 2008, acompanhados pelos professores José Salsa e pelo professor Joaquim Gonçalves. As actividades que iremos visualizar e participar são as seguintes: “DNA: O criminoso” e “O rastreio dos transgénicos”. As actividades têm a duração de duas horas e trinta minutos e vamos participar numa pela parte de manha e outra pela parte da tarde.
Elaboramos a autorização para os encarregados de educação mais o respectivo programa. A viagem com o respectivo seguro tem um custo associado de 15€ suportado pelos respectivos alunos.

Resultados e discussão dos mesmos: Depois de efectuarmos a visita aos Laboratórios Abertos, no dia 27 de Fevereiro de 2008, foi uma mais valia para o nosso projecto final.
Depois de chegarmos ao Porto, mais propriamente ao IPATIMUP, dirigimo-nos para a Rua do Tâmega, onde numa escola se encontrava o Laboratório Abertos. Os dois coordenadores que nos apresentaram as instalações e que estiveram ao nosso dispor foram a Dora e o Leandro.
A primeira actividade foi o Rastreio dos Transgénicos e realizou-se pela parte da manha com início pelas 10:00 horas e com termos pelas 13:00 horas. Essa primeira actividade foi dividida em duas partes. A primeira parte foi uma breve introdução sobre o tema dos transgénicos e sobre o que iríamos fazer na parte prática da actividade. Depois desta breve introdução fomos divididos em dois grupos, um ficou com o Leandro e outro acompanhou a Dora. Os que ficaram com o Leandro, estiveram num debate em que o tema era o consumo ou o não consumo dos transgénicos. O professor Joaquim ficou do lado do contra juntamente com o nosso grupo e o moderador foi o coordenador Leandro. Para nos ajudar ao debate foi distribuído umas folhas com algumas notícias sobre transgénicos e o debate teve a duração de 50 minutos.
Depois fomos para a sala de actividades práticas onde a coordenadora Dora nos deu algumas noções sobre alguns objectos e aparelhos, formas de manuseamento e de precaução. Depois de ter explicado tudo explicou a actividade na qual íamos participar, actividade que consistia ver entre 4 vegetais quais deles eram transgénicos. Depois de realizarmos todos os procedimentos vimos que o único alimento Transgénicos era a soja.
A actividade que realizamos de tarde O DNA: O criminoso foi basicamente igual à realizada de manha. Na primeira parte estivemos a rever breves introduções sobre o DNA, e depois como na parte de manha a turma foi dividida em dois grupos. Durante a tarde estivemos mais livres, a actividade não foi tão massiva e aborrecida. A actividade realizada no laboratório era bastante simples, e foi realizada com elevado sucesso. No fim da actividade a coordenadora Dora ainda nos deixou ver a fluorescência das bactérias.
Depois agradecemos aos coordenadores pela sua disponibilidade e salientamos que é um projecto a divulgar e que deveriam continuar o excelente trabalho.

Conclusão: em síntese, opinião do nosso grupo sobre o Laboratório Aberto é que foi uma actividade muito interessante, inovadora e aprendemos muito. Sem dúvida que foi um projecto paulito bem investido por parte do grupo; tendo toda a turma apreciado e aprendido imenso na visita correspondendo ás nossas expectativas.

Plantas transgénicas produzem colagénio seguro para humanos

Uma investigação feita na Faculdade de Agricultura da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiu através da transformação genética do Nicotina Tabacum (planta do tabaco) produzir colagénio humano recombinante para uso em cirurgias estéticas e reconstrutivas.
O Professor Oded Shoseyov que participou do desenvolvimento desta nova variedade de tabaco, é o primeiro pesquisador a introduzir cinco genes humanos diferentes em uma única célula vegetal para produção de colagénio totalmente funcional para humanos. O colagénio é uma proteína com grande interesse por ser a grande responsável pela firmeza da pele, o que a torna muito procurada para qualquer processo estético, como na utilização no tratamento de rugas, cirurgias plásticas, regeneração de tecidos, cura de feridas, queimaduras e ortopedia. Até recentemente, grande parte do colagénio produzido era de origem animal o que levantava muitas preocupações com as doenças infecciosas transmitidas de animais para os seres humanos, o que em alguns países, como o Japão, levou á proibição do uso de colagénio em humanos de origem animal. Além disso, a Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano responsável pela segurança de alimentos e remédios, sugeriu a limitação do uso de colagénio de origem animal em intervenções médicas.
A pesquisa mostra muitas vantagens do colagénio derivado de plantas GM – geneticamente modificadas, como o fato de estarem isentas de quaisquer potencial viral. "É mais seguro, mais eficaz em termos de custos e muito mais homogéneo do que utilizar materiais extraídos do tecido", afirmou Oded Shoseyov. Além disso, enquanto a maioria das pessoas tolera colagénio de animais, outras têm reacções alérgicas. Isso é um problema porque significa que todos devem fazer um pré-teste para ver como reage o sistema imunitário, o que demora, normalmente, um mês e como o próprio pesquisador ressalva, quando se trata de estética, os pacientes não querem esperar e em casos como o de queimaduras, o factor tempo é muitas vezes essencial, já que a espera de um mês pode resultar em morte do paciente.
Os testes de toxicologia e de segurança foram bem-sucedidos, pois de acordo com Shoseyov o colagénio transgénico tem mostrado semelhança ao colagénio do tipo 1 presente em tecidos de forma natural.

Opinião Pessoal: Esta notícia só vem mostrar como os OGM e as várias formas actuantes da genética como o DNA recombinante podem ser de grande benefício para o homem e não trazer consequências imensamente negativas como muitas pessoas pensam.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Genes e a sua influencia

Os factores genéticos podem contribuir 60% para a vulnerabilidade do ser humano para drogas e outras substâncias que podem provocar dependência. A afirmação é de cientistas chineses que dizem ter identificado 396 genes e cinco "vias biológicas" relacionados à dependência à cocaína, ao ópio, à nicotina e ao álcool. O objectivo da pesquisa é desenvolver métodos para o tratamento da toxicomania ou ao abuso de álcool e do tabaco. Estudos publicados nas últimas três décadas encontraram mais de 2,3 mil evidências sobre a possível vinculação entre os genes e a dependência química.

Crítica: Esta postagem mostra as enormes potencialidades das biotecnologia e o seu poder na sociedade. Podemos agora imaginar uma sociedade sem drogas nem alcool.

domingo, 9 de março de 2008

Boas noticias para os cozinheiros!

Um grupo de cientistas da Nova Zelândia e do Japão criaram uma cebola que "não faz chorar", ao desligarem o gene responsável pela enzima que produz essa reacção, noticiou hoje a imprensa britânica. Um dos autores da investigação, Colin Eady, garantiu que a descoberta poderá acabar com um dos maiores enigmas da cozinha – a relação entre a cebola e as lágrimas.

O instituto de investigação neo-zelandês “Crop and Food” recorreu a tecnologia australiana de silenciamento de genes neste projecto, que começou em 2002, depois de cientistas japoneses terem identificado o gene responsável pela produção da enzima lacrimogénea. "Pensávamos que o agente lacrimogéneo era produzido espontaneamente pelo corte das cebolas, mas eles (os cientistas japoneses) provaram que era controlado por uma enzima", referiu Eady. A enzima é libertada com o corte da cebola e desencadeia uma cadeia de reacções químicas de que resulta a formação de um irritante que estimula as glândulas lacrimais dos olhos e provoca as lágrimas. "A tecnologia de silenciamento de genes cria uma sequência que desliga o gene indutor das lágrimas na cebola, impedindo-o de produzir a enzima", explicou. O cientista reconheceu que o sabor do bolbo poderá ser afectado pela alteração da sua composição genética, mas espera que possa ser melhorado numa fase posterior da investigação. "O que esperamos é ter essencialmente muito dos aromas agradáveis e doces das cebolas, sem o amargo associado ao factor lacrimogéneo", adiantou.

Apesar da expectativa que a descoberta possa criar no público, a maioria dos cozinheiros terá de esperar 10 a 15 anos para poder picar cebolas sem chorar, preveniu o cientista.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Primeiro coração biológico concebido em laboratório

Cientistas revitalizam coração de animal morto, recorrendo a técnica celular. Avanço poderá abrir um novo precedente no domínio da medicina bio-artificial, permitindo o desenvolvimento de órgãos em laboratório, para transplante. Diz-se que é uma espécie de fusão entre um órgão artificial e um biológico, ainda que não recorra a "apetrechos" da ficção científica, como próteses de qualquer género.Partindo do órgão de um animal morto, os cientistas começam por retirar as células cardíacas, deixando apenas o tecido que forma a estrutura. Em seguida reinjectam as de animais recém-nascidos. Findo o processo, descrito em linhas simples, aguardam que o coração bata regularmente, o que poderá durar uma semana.O avanço, publicado na revista Nature Medicine, abre caminho à produção de órgãos para transplante. O objectivo é desenvolver, a partir daqui, vasos sanguíneos transplantáveis e órgãos completos a partir de células humanas. Para já, os especialistas não arriscam saltar dos porcos e ratos, atendendo à delicadeza do processo, que poderá constituir a base para a medicina do futuro.A engenharia que permite o desenvolvimento de tecidos artificiais, a partir de células, não é uma novidade, podendo ser aplicada à produção de pele artificial (para tratar grandes queimados), cartilagens e tecidos ósseos. A originalidade desta técnica é que parte da arquitectura de um coração natural, que se regenera.A equipa de investigadores, dirigida por Doris Taylor, da Universidade do Minnesota, pretende agora construir um coração não com células cardíacas imaturas, mas com células estaminais, capazes de dar origem a todos os tecidos do organismo.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Agrobiotecnologia cresce 12% ao nível mundial em 2007

Durante o ano de 2007, e após 12 anos de utilização, foram cultivados 114,3 milhões de hectares de variedades geneticamente modificadas.
Este valor significa um aumento de 12% em relação a 2006, segundo o relatório anual do ISAAA – Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Agrobiotecnológicas, divulgado dia 13. Esta área corresponde já a 8% do total de solos disponíveis para agricultura em todo o mundo.O número de agricultores que beneficiou com o cultivo de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou de 10 para 12 milhões, em 23 países. O número de países em vias de desenvolvimento (12) que utiliza a agrobiotecnologia ultrapassou o número de países desenvolvidos (11), tendo a taxa de crescimento de utilização triplicado no conjunto desses 12 países. Segundo o ISAAA, 90% dos utilizadores desta tecnologia são pequenos agricultores e estão nos países em desenvolvimento.A soja continua a ser a principal cultura GM utilizada pelos agricultores, ocupando 58,6 milhões ha, ou seja 57% da área cultivada por variedades transgénicas. O milho, o algodão e a colza são as outras três culturas mais utilizadas, com 25%, 13% e 5% da área utilizada com culturas transgénicas.Em 2007, os Estados Unidos da América, a Argentina, o Brasil, o Canadá, a Índia e a China foram os principais países a adoptarem a engenharia genética na agricultura. O ISAAA prevê um aumento do número de países utilizadores nos próximos anos, assim como de área cultivada e o número espécies geneticamente modificadas. Entre elas, o arroz, o trigo e beringela.
Fonte: CIB – Centro de Informação de Biotecnologia

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Galinha dos ovos verdes


Rabanita", uma galinha que em um primeiro momento parece ser uma ave normal, vem chamando atenção na província de Huecatitla, no México, ao colocar ovos em tom esverdeado.
Até agora, ninguém conseguiu dar uma explicação para o fenômeno, afirma Elvira Romero, dona de Rabanita, mostrando orgulhosa um cesto cheio de ovos verdes.


Esteban Rosas, o marido de Elvira, assegurou que "todo mundo da cidade veio ver, porque ninguém acreditava".


Elvira agora é conhecida como "a mulher da galinha dos ovos verdes" e até mesmo seu neto, de 11 anos, está fazendo sucesso na escola.


Rabanita é a única das 13 galinhas de Elvira que coloca ovos verdes e ela diz estar tomando conta da ave "com todo carinho".


"Não vou deixá-la até que Deus a leve", disse.